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Trigo e saúde

Mitos e verdades sobre essa relação
Obesidade, diabete, síndrome metabólica, colesterol alto e doença celíaca. Embora seja possível afirmar que todos esses distúrbios têm um elo estreito com a alimentação, vale frisar que a ligação se dá, principalmente, por causa de equívocos de desinformação, alem de um estilo de vida inadequado. E, entre os erros, um dos mais comu8ns é o exagero nas porções – sem duvida, ele, sim, e o maior culpado pelo ganho de peso e por males que muita gente associa aos alimentos energéticos, incluindo os que são feitos à base de trigo. A falta de esclarecimento só contribui para o preconceito que ronda o trigo e seus derivados.

À exceção da doença celíaca, não podemos dizer que o cereal esteja por trás de nenhuma doença. Por isso, nossa intenção nas próximas pagina e desfazer alguns enganos e mostrar que há de verdadeiro nesse terreno pantanoso, em que não falta conversa fiada.
 
OBESIDADE
 
As causas do peso extra
 
Embora os alimentares sejam os primeiros acusados pelo aumento de peso, como já afirmamos, eles não devem carregar toda culpa. Quando falamos em obesidade, temos que considerar ate mesmo uma parcela de responsabilidade de nossos ancestrais, la do tempo das cavernas. Eles nos deixaram genes que são capazes de aumentar a estocagem de gordura no nosso corpo. Para algumas pessoas, carregar essa herança e terrível – elas engordam por qualquer bobagem.

O sedentarismo e outro fator por trás dos quilos extras. È óbvio que, quanto menos gastamos calorias, maior é a tendência a engordar. Mas daí, reflita, não importa tanto o que comemos, e sim o quanto não nos mexemos! Não é pão em si que engorda o individuo que não pratica nem sequer uma caminhada.

Também não podemos deixar de lado certos distúrbios hormonais que às vezes estão envolvidos com obesidade. E, no caso, nos referimos principalmente a dos hormônios: a insulina produzida pelo pâncreas, que atua na fabricação de gordura do nosso corpo, e o cortisol liberado pelas glândulas supra-renais, que provoca o acúmulo de gordura na região da barriga. A tireóide? Bem... Na maioria dos casos, essa glândula, situada no pescoço, não tem nenhuma relação com os quilos a mais: a pessoa com um funcionamento da tireóide reduzido, ou hipotireodismo, tem realmente um metabolismo mais lento, mas também sente menos apetite. O único fenômeno que ocorre com esses pacientes e que ate pode interferir no peso e o acúmulo de líquido. Daí culpar a tireóide pelo excesso de quilos é uma injustiça. Raramente ela tem a ver com a história. O médico deve avaliar o paciente obeso, por meio de exames, para não tirar uma conclusão precipitada.

Seja qual for a causa, a obesidade precisa ser corrigida ou tratada. Ela deixou de ser um problema apenas estético há tempos. O peso além da conta bota o coração em risco ao prejudicar a circulação sanguínea. As doenças articuladas se tornam quase inevitáveis. A respiração também é prejudicada, favorecendo uma série de doenças. Sem falar num distúrbio conhecido como apneia do sono, que, muito além de interferir com o descanso, leva ao aumento da pressão arterial, entre outros distúrbios. A lista nefasta de problemas decorrentes da obesidade é muito maior, mas vamos parar por aqui. 


Como resolvê-la
 
Comer de maneira equilibrada e praticar exercícios - a fórmula pode soar mais do que batida, mas é muito eficaz. È importante, claro, que o obeso passe por um amplo acompanhamento psicológico para controlar a ansiedade, capaz de levá-lo a desistir de um programa de emagrecimento, e evitar até mesmo a depressão, que pode dar as caras assim que os primeiros quilos extras desaparecerem.

Há situações, porém, em que é preciso lançar mão de remédios, e hoje é possível encontrar desde os que atuam no sistema nervoso central, diminuindo o apetite, até os que inibem a obsorção de gordura pelo organismo. Esse último recurso tem um indesejável efeito, que é a diarréia. Para aumentar o arsenal, há novas drogas em teste que prometem acelerar o metabolismo sem causar danos colaterais.

Em situações extremas, quando não conseguimos mudar o estiolo de vida do obeso, o remédio pode não bastar. Aí, a cirurgia para reduzir o aparelho digestivo é recomendada porque diminui a capacidade de o indivíduo comer e absorver nutrientes cheios de calorias. Mas tenha a certeza: a redução do estômago ou do intestino só é considerada quando a obesidade é classificada como mórbida ( grau III ), ou seja, quando a risco de morte ou a qualidade de vida é tremendamente prejudicada. Mais do que nunca, é preciso que o paciente operado conte com o monitoramente de profissionais - com destaque para o psicólogo e o psiquiatra, já que a forte tendência   à depressão nos pós-operatório. Sem contar a possibilidade do desvio para outros hábitos tão ou mais perniciosos, como o alcoolismo e o uso de drogas.
 
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