Como obter o melhor prato de macarrão terceira dica usando macarrão Instantâneo

  Qual corte de macarrão Emegê você mais gosta ?
Parafuso
Penne
Espaguete
Ninho
 
 Home  |  A Emegê  |  Fale Conosco  Bem-vindo,
Dicas de Saúde Voltar
A Abima - Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias, entidade representante dos fabricantes de massas alimentícias, pães & bolos industriais em todo o Brasil, vem através desta apresentar seu posicionamento sobre a matéria “Controlar o Glúten na dieta pode ajudar a emagrecer”, veiculada no Jornal Hoje, edição do dia 23/02/2010.
 
Entendemos que a abordagem do tema contemplou apenas uma versão – discutível - do papel do glúten na dieta. Trigo e glúten, que fazem parte da alimentação básica do brasileiro, presentes em alimentos como massas e pães industriais, foram praticamente estigmatizados na reportagem e apareceram como “vilões” da dieta, sem o direito a um contraponto.
 
Há vários estudos que comprovam a importância do trigo e do glúten na dieta das pessoas. Citamos aqui a opinião de alguns especialistas, apenas a título de esclarecimento.
 
De acordo com o livro “Trigo na Dieta Saudável”, dos médicos Marcello Delano Bronstein e Mauro Fisberg (Editora Abril, 2009), “a retirada do glúten da dieta só é recomendada para os portadores de doença celíaca”. Segundo o trabalho, estima-se que apenas 1% da população tenha a enfermidade, cujo indício é o abdômen sempre dilatado, que ocorre por causa da ineficiência da digestão e do acúmulo de gases.
 
A nutricionista Márcia Terra, especialista em Nutrição Clínica pelo ICHC/USP, também ressalta que os alimentos que contêm glúten fazem parte da base da pirâmide alimentar e eliminá-los pode trazer conseqüências negativas para a saúde. Segundo a especialista, o glúten faz mal apenas para as pessoas que são sensíveis a uma substância chamada gliadina (proteína presente no glúten). “Assim como existem pessoas sensíveis a camarão, amendoim e outros alimentos, pessoas que apresentam intolerância ao glúten, os celíacos, devem evitar alimentos que contêm glúten”, completa.
 
Terra explica que o glúten é composto por duas proteínas, a gluteina e a gliadina. Quando estas proteínas entram em contato com a água, elas formam uma espécie de cordão de moléculas que aprisiona gases e isso faz parte do processo de fermentação. Esses gases fazem as proteínas entrelaçadas se expandirem – a massa cresce e ganha elasticidade. Por exemplo: um pão é crocante por fora e macio por dentro por causa do glúten. “Não faz sentido dizer que a barriga estufa na mesma proporção.”
O glúten, inclusive, é adicionado a alguns produtos, como o pão de glúten, que por conter mais proteína tem seu índice glicêmico diminuído - por isso recomendado em dietas para diabéticos. O glúten também é indicado como fonte protéica para dietas de vegetarianos.
 
Já em relação à obesidade, a nutricionista esclarece que os alimentos que têm como base a farinha de trigo, tais como o macarrão e o pão, são ricos em carboidratos complexos, responsáveis pelo fornecimento gradual de energia para o organismo. Uma dieta sem o nutriente pode causar tontura, dores de cabeça, perda de massa muscular, dentre outros problemas. “O que engorda é o exagero no tamanho das porções. Um grama de carboidrato contém quatro calorias, a mesma quantidade de um grama de proteína”, completa.
 
Desta forma esperamos ter esclarecido a importância deste elemento - o glúten, no consumo da população não celíaca.
 
Colocamo-nos à disposição para os esclarecimentos que se fizerem necessários e,  aproveitamos a oportunidade para informar que em nosso site www.abima.com.br estão disponíveis diversas informações sobre os benefícios dos produtos derivados do trigo.
 
RFID | ERP